A professora Amanda Raquel de Oliveira Lima, bióloga licenciada pela Universidade Federal de Alagoas e o que atuam na Educação Básica na cidade de Arapiraca e que atualmente está concluíndo o seu mestrando na UFAL e o professor Levi de geografia com formação da Universidade Estadual de Alagoas foram convidados especiais no Podcast da Doutora em Educação Janice G Cavalcante para um bate papo sobre ciência básica e sua relação com a cor da pele.
📝 Transcrição resumida do vídeo acima.
Abertura (Amanda):“Oi pessoal, hoje vamos falar sobre ciência básica.”
→ Ela introduz o tema de forma descontraída, mostrando que será uma conversa leve.
Explicação inicial (Levi):“Ciência básica é aquela que busca entender como o mundo funciona, sem pensar em aplicações imediatas.”
→ Levi diferencia ciência básica de ciência aplicada.
Exemplo cotidiano (Amanda):“Quando você observa o céu e se pergunta por que ele é azul, isso já é ciência básica.”
→ Ela traz um exemplo simples para aproximar o conceito do público.
Complemento (Levi):“Essas descobertas podem parecer sem uso prático no começo, mas muitas vezes viram grandes inovações depois.”
→ Ele mostra a importância da curiosidade científica.
Mensagem final (Amanda):“A ciência básica é o primeiro passo para entender e transformar o mundo." - Encerramento motivador, reforçando que todos podem se interessar por ciência.
🎯 Essência
Levi e Amanda explicam que ciência básica é sobre curiosidade e compreensão do mundo, sem se preocupar de imediato com aplicações práticas. Mas esse conhecimento inicial é o que abre caminho para descobertas e inovações futuras.
Amanda comenta de forma bem direta que “a ciência não tem cor”.
👉 O ponto dela é mostrar que a ciência é universal: não pertence a uma etnia, gênero ou grupo específico. O conhecimento científico é construído por pessoas diversas, em diferentes lugares e épocas, e o que importa é a busca pela verdade e pela compreensão do mundo.
Ela reforça que ciência é feita por todos e para todos, e que limitar ou rotular a ciência por “cor” ou origem seria reduzir sua essência, que é justamente ser aberta, inclusiva e coletiva.
Ciência não tem cor: aula completa com citação de Amanda
“A ciência não tem cor”: por que essa mensagem importa na sala de aula
Material didático para professores: conceitos, citação destacada, atividades e referências pedagógicas.
Ciência básicaInclusãoEducação
Ideia central e citação de Amanda
A afirmação de que a ciência não tem cor é um convite para reconhecer que o conhecimento científico é universal, construído por pessoas diversas, em diferentes contextos e épocas. O foco da ciência está na busca por compreender o mundo, com rigor, curiosidade e abertura para o erro e o aprendizado.
“A ciência não tem cor.” — Amanda, em discussão sobre a natureza universal da ciência
Essa mensagem combate estereótipos e incentiva que estudantes de todas as origens se vejam como parte legítima da comunidade científica. Quando a escola valoriza a diversidade, ela amplia o acesso e a motivação para investigar, perguntar e experimentar.
O que significa dizer que a ciência é universal
Método acima de identidades:
A ciência se apoia em observação, experimentação e análise crítica. São os argumentos e evidências que sustentam conclusões, não a origem de quem as apresenta.
Construção coletiva:
Pesquisas acumulam e se corrigem com o tempo. Diferentes vozes contribuem e ampliam o alcance e a qualidade do conhecimento.
Acesso e pertencimento:
Mensagens inclusivas reduzem barreiras e encorajam participação de grupos historicamente sub-representados.
Rigor e abertura:
As melhores ideias sobrevivem a testes e revisões. O erro é parte do processo e conduz ao refinamento das hipóteses.
LANÇAMENTO DO LIVRO “ECOS DE MINHA TERRA INTERIOR” NA CASA DA CULTURA DE ARAPIRACA
O escritor Aermerson Barros do Nascimento, que também é diretor da Casa da Cultura de Arapiraca, prepara-se para mais um momento especial em sua trajetória literária. Após o sucesso na 11ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas 2025, o autor fará o lançamento oficial do seu livro “Ecos de Minha Terra Interior – Viver e Permitir-se” na cidade de Arapiraca.
O evento acontecerá na Casa da Cultura de Arapiraca – CAETI VI, no dia 15 de novembro, a partir das 19 horas, no auditório principal. O momento promete reunir amigos, escritores, educadores, artistas e admiradores da literatura arapiraquense.
A obra “Ecos de Minha Terra Interior – Viver e Permitir-se” é uma coletânea de poesias e reflexões, marcada por metáforas, memórias e elementos de ficção. Aermerson constrói um retrato poético e quase autobiográfico, que reflete sua vivência e sensibilidade diante da vida e do mundo interiorano.
O livro foi publicado pela Editora Performance e conta com o selo da União Brasileira de Escritores – UBE Núcleo Arapiraca, além do apoio da Academia Arapiraquense de Letras e Artes (ACALA).
O lançamento em Arapiraca marca o reencontro do escritor com o público local, reafirmando o compromisso da Casa da Cultura em valorizar e incentivar a produção literária do município e da região agreste.
Imagem:"Noite de Autografos " Bienal Maceió " em 8/11.
Serviço:
📍 Local: Casa da Cultura de Arapiraca – CAETI VI
📅 Data: 15 de novembro de 2025
⏰ Horário: 19h
Lançamento do livro “Ecos de Minha Terra Interior” marca presença na 11ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas 2025
O escritor e diretor da Casa da Cultura de Arapiraca, Aermerson Barros do Nascimento, lançou sua mais nova obra intitulada “Ecos de Minha Terra Interior” durante a 11ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas 2025, realizada no Centro de Convenções de Maceió, na noite do último sábado (08).
O evento contou com a presença de amigos, convidados especiais, escritores e representantes da Editora Performance, da União Brasileira de Escritores (UBE – Núcleo Arapiraca) e da Academia Arapiraquense de Letras e Artes (ACALA).
Durante a noite de autógrafos, o autor recebeu o carinho do público e autografou exemplares da obra, que valoriza a cultura, a memória e as tradições do povo do interior alagoano. O lançamento foi marcado por momentos de alegria, reencontros e emoção, refletindo a força literária e cultural da cidade de Arapiraca e de toda a região agreste de Alagoas.
O livro “Ecos de Minha Terra Interior” traz reflexões profundas sobre a vida no sertão, o sentimento de pertencimento e o amor pelas origens, dialogando com as raízes da identidade nordestina.
A participação de Aermerson Barros na Bienal reforça o papel dos escritores arapiraquenses na promoção da literatura e na valorização das vozes que ecoam da terra interior de Alagoas.
📚 Evento: 11ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas 2025 🏛️ Local: Centro de Convenções Ruth Cardoso – Maceió ✍️ Autor: Aermerson Barros do Nascimento 📖 Obra:Ecos de Minha Terra Interior 📘 Editora: Performance 🤝 Apoio: Instituto João de Barro, Secretaria de Cultura de Arapiraca, ACALA e UBE
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Matéria publicada no PortalBiblioteca Professor Pedro de França Reis — Arapiraca-AL
Lançamento do Livro - Ecos de Minha Terra Interior
📚 Lançamento do Livro "Ecos de Minha Terra Interior"
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O autor e escritor Aermerson convida a todos para o lançamento de sua mais nova obra literária:
"Ecos de Minha Terra Interior". Um livro que traz à tona memórias, sentimentos e histórias que retratam a essência
da vida no interior, com toda a sua riqueza cultural e afetiva.
Este é um momento único e especial para a cultura local, e sua presença será de grande importância para prestigiar o talento
de um autor que carrega em suas palavras a identidade do nosso povo.
Ecos de raízes e resistência — Lançamento de Aermerson Barros
No coração do agreste alagoano, o escritor e poeta Aermerson Barros apresenta sua mais recente obra de poesia: Ecos de Minha Terra Interior — Viver e Permitir-se. O livro será lançado na Bienal Internacional do Livro de Alagoas, em Maceió, e também na cidade de Arapiraca, fortalecendo os laços culturais da região.
A obra é um mergulho sensível nas vivências do autor, atravessando memórias, resistências e afetos do povo nordestino. Cada verso é tecido como raiz que conecta o presente às tradições, revelando a força da identidade cultural do agreste.
O lançamento será um momento de celebração coletiva, unindo literatura, identidade e memória. Um convite para que cada leitor se reconheça nas palavras e ecos dessa terra de resistência.
Arapiraca, uma cidade cheia de histórias e respeito ao passado, mas que segue determinada em construir um futuro melhor para todos!
Um lugar que pulsa oportunidades, inovação e cuidado. Que olha para frente, assegurando em todos os seus anos de trabalho e conquistas sejam respeitados, valorizados e permaneçam vivos!
Essa é a terra da esperança, da vitória e dos sonhos realizados. Porque aqui o mais importante são as pessoas, a melhoria de suas vidas e a concreta construção da dignidade, da justiça social e do desenvolvimento real.
Porque nessa Arapiraca sua e da Cida, o que a gente mais quer é que a felicidade transborde e a comemoração seja um estado de espírito permanente!